O que fazer na Toscana? Em geral, montar um roteiro na Itália é sempre complicado: quantos dias ficar em cada lugar, como organizar o roteiro de forma que não fique nem muito corrido, nem muito superficial.
Numa região que tínhamos muita expectativa, como a Toscana, a responsabilidade era ainda maior. É certo que nosso roteiro pela Europa estava focado em visitar algumas locações de cinema, o que facilitou o nosso recorte. O filme Sob o Sol da Toscana, por exemplo, era um das produções que nos orientou.
Outra coisa que também nos ajudou foi o fato de já termos ficado em Florença antes, uma das cidades mais lindas que visitamos na Europa. Nesse novo roteiro, estávamos focados em explorar a Toscana de carro, e conhecer pequenas cidades. Uma Toscana mais rural e adequada a uma road trip.
Mas para não dá para deixar Florença de fora, nosso roteiro vai falar dela, de Pisa, de Lucca, de Siena, do Val d’Orcia, de Cortona e de outros tantos lugares cinematográficos e apaixonantes distribuídos por um dos pedaços mais charmosos da Itália. Bora viajar pela Toscana com a gente?
O que fazer na Toscana: Dicas e Roteiro de Viagem
Quantos dias, principais cidades e como organizar uma road trip pelos lugares de cinema da Toscana
Nesse guia completo de Toscana, você vai conferir:
- Roteiro de 7 Dias
- Dicas de Viagem
- Porque Conhecer
- Onde Ficar na Toscana
- O que Fazer
- Vídeo de Florença
- Vídeo da Toscana
Roteiro Toscana em 7 dias
O tempo ideal para um roteiro básico é de 7 dias.
- Dias 1 a 4: Exploração de carro pelas cidades medievais e áreas rurais.
- Dias 5 a 7: Cidades maiores (Florença, Pisa, Lucca), preferencialmente a pé ou de trem.
Nossa experiência é baseada em 2 viagens que fizemos para Toscana, em 2017 e 2025.
- Dia 1: San Gimignano, Volterra e Siena – Pernoite em Siena
- Dia 2: Arezzo e Cortona (fizemos no roteiro de 2017) – Pernoite em Siena
- Dia 3: Val d’Orcia, Montalcino e Montepulciano – Pernoite em Montepulciano
- Dia 4: Cascate del Mulino e Civita di Bagnoregio – Pernoite em Montepulciano
- Dia 5: Florença – Pernoite em Florença
- Dia 6: Florença – Pernoite em Florença
- Dia 7: Bate-Volta Pisa e Lucca – Pernoite em Florença
Se você tem menos tempo, coloque como prioritárias as cidades de Siena, Lucca, Florença, San Gimignano e o Val d’Orcia.
Florença, a capital da Toscana, rende um artigo específico somente para ela, onde destacamos as dicas de passeios, onde ficar e dicas de como economizar nos restaurantes. Confira o artigo a seguir.
Leia também:
O que fazer em Florença – Roteiro Completo
Aluguel de Carro
Se você precisar alugar um carro, nós recomendamos os serviços da Discover Cars. O portal faz uma pesquisa entre diversas locadoras e apresenta os melhores preços para você escolher.
O pagamento é feito online pela Discover Cars ou diretamente na locadora. Normalmente encontramos os preços mais baixos na Discover Cars do que pesquisando em outros sites.
Dicas de Viagem para a Toscana
Planejamento da viagem
Quantos dias são ideais para conhecer a Toscana?
O ideal é 4 a 7 dias, mas dá para fazer versões compactas com 2 ou 3 dias.
Qual é a melhor época para visitar a Toscana?
Primavera (abril a junho) e outono (setembro e outubro) são considerados os melhores períodos. No entanto, em algumas épocas os famosos campos de girassóis podem estar secos e os campos menos verdes.
Vale a pena visitar a Toscana no verão?
Sim, mas julho e agosto são muito quentes e cheios, especialmente em cidades como Florença.
Toscana é cara para brasileiros?
Depende do estilo de viagem, mas é possível montar roteiros econômicos com hospedagens fora dos centros históricos. Nós ficamos nos arredores de Siena e Montepulciano, em propriedades rurais.
Assista nosso vídeo da Toscana com nosso roteiro de viagem em 2026
Transporte
Precisa alugar carro para conhecer a Toscana?
Sim, carro é altamente recomendado, principalmente para explorar os vilarejos da Toscana.
- Atenção ao alugar o carro: evite o aluguel de carros elétricos, pois a autonomia é limitada e pode ser mais difícil encontrar lugares para recarregar o veículo;
- Dica de Ouro: verifique as avaliações das locadoras; empresas como a Europcar podem apresentar filas de espera de mais de uma hora em períodos concorridos.
Dá para conhecer a Toscana de trem?
Sim para cidades maiores como Siena, Pisa e Florença, mas não para áreas rurais.
É difícil dirigir na Toscana?
Não — as estradas são boas, sinalizadas e muito cênicas.
O que é ZTL e como evitar multas?
- ZTL: Zonas de Tráfego Limitado em geral ficam localizadas no centros históricos; apenas os moradores entram. O risco de multa é alto.
- Cores das Faixas para Estacionamento: Branca é gratuito, Azul é pago (parquímetro) e Amarela é proibido (apenas residentes).
- Preços: Estacionamentos privados giram em torno de 2€ a 2,50€ a hora. Alguns exigem digitar a placa do carro na máquina.
Saiba mais:
Dicas para Alugar um Carro no Exterior
Atrações e experiências
Precisa comprar ingressos antecipadamente?
Sim, principalmente para atrações em Florença.
Quais experiências são imperdíveis?
- Degustação de vinhos e passeios por vinhedos
- Visitar cidades medievais
- Conhecer termas como a Cascate del Mulino
Porque Conhecer a Toscana
- A Toscana é uma das regiões mais lindas da Europa. É bem provável que você não consiga conhecer muita coisa em sua primeira viagem, exceto se tenha reservado muitos dias para a região. Cada cantinho tem suas belezas peculiares e viajar de carro pelas estradas da Toscana, é sempre um convite para dar uma paradinha em cada curva.
- Prepare-se para a maior concentração de cartões postais, obras de arte e célebres pontos turísticos por metro quadrado. Desde a famosa estátua de Davi de Michelângelo e a belíssima Piazza della Signoria em Florença, passando pela Torre de Pisa e as belas paisagens do Vale d’Orcia, você não vai deixar a sua máquina fotográfica ou o seu celular descansar muito tempo.
- E se você está torcendo o nariz e achando que a Toscana é turística demais, há muitos lugares tranquilos e inexplorados. Protegidos por suas muralhas do passado, cidades como Lucca, San Gimignano e Cortona permanecem ainda com ares de cidade pequena. Mas a oferta de lugares ainda desconhecidos do grande público é tanta, que você conseguirá fazer suas próprias descobertas.
Como Circular – Aluguel de Carro ou Sem Carro
- Para circular entre as cidades medievais, que no geral ficam no alto das colinas e cercadas de plantações, o carro é a melhor alternativa. Por isso, a viagem também é ideal para quem gosta de road trips e de dirigir por estradas cinematográficas.
- Para quem viaja sem carro, também não faltam opções: Florença e Siena são as melhores bases. As cidades são servidas pelo eficiente sistema de trens europeu.
- E quem assistiu filmes como Sob o Sol da Toscana e Cartas para Julieta, sabe que é difícil não associar a Toscana com uma viagem romântica. Circular por ruas estreitas e medievais, jantar em restaurantes charmosos ou simplesmente tomar um sorvete na hora do pôr do sol são programas inesquecíveis.
Onde Ficar na Toscana
Dicas de Hotéis em Siena

- Para explorar o restante da Toscana, nós gostamos bastante de ficar em Siena. A cidade tem uma boa infraestrutura e é ideal para explorar o Val d’Orcia.
- Em 2017, nós escolhemos ficar na Villa Sant’Andrea, que é uma mansão antiga e com bastante personalidade. O hotel fica longe do centro, então somente é recomendável para quem está viajando de carro.
- Como nossa hospedagem nessa Villa nos lembrou bastante o “Sob o Sol da Toscana” (Under the Tuscan Sun, 2003), falamos dela no texto sobre o filme. Foi uma ótima maneira de entrar no clima da película.
Sob o Sol da Toscana: a Villa que encantou a autora, a locação do filme e o hotel em que ficamos hospedados
- Em 2025, nós ficamos no La Loggia Villa Gloria, que é o hotel que mostramos em nosso vídeo do YouTube. Ele fica a cerca de 20 minutos de carro do centro de Siena. Nós adoramos o hotel e pagamos cerca de R$ 600,00 a diária (ref. set/2025).
- Para quem viaja sem carro, prefira um hotel mais central. O Hotel Alma Domus fica no coração de Siena, no centro histórico. Note que os preços em Siena são mais competitivos do que em Florença, justamente porque é uma cidade menos turística.
- Se você procura uma experiência mais original e autêntica na Toscana, ficar hospedado em uma das cidades medievais deve ser incrível. Três cidades que nos encantaram demais pela simplicidade e beleza foram San Quirico d’Orcia, San Gimignano e Montepulciano.
- Nós também sugerimos ficar hospedados em Montepulciano. Essa cidade possui hotéis com ótima relação custo benefício e fica mais próxima para fazer o bate-volta até a Cascata del Mulino. Nós ficamos no Hotel Panoramic Montepulciano, com um ótimo custo benefício (a partir de R$ 491,00, ref. set/2025, mas já tenha em mente que o café da manhã é péssimo).
Você pode, por exemplo, ficar hospedado no Agriturismo Baccoleno, que é um dos cartões postais da Toscana. Aliás, esse lugar até poucos anos atrás era aberto para visitantes, mas atualmente só hóspedes podem caminhar pelos campos e ciprestes da propriedade. As diárias custam a partir de € 170.
O que fazer na Toscana
San Gimignano, Volterra e Siena
Está na hora de começar a conhecer as cidades medievais da Toscana, debruçadas no alto de colinas e com inspirações altamente cinematográficas.
San Gimignano é famosa por suas torres medievais, e é uma cidade absolutamente encantadora. A primeira impressão, chegando pela estrada e avistando as torres que ainda se erguem sobre o casario, confirma exatamente essa emoção em chegar em um dos destinos mais cinematográficos da Itália.
Cada torre foi construída por uma família nobre como símbolo de poder e prestígio, numa época em que a altura da sua torre definia o seu status social. Antigamente eram mais de 70 torres, hoje restaram as 14 torres atuais.
Hoje, patrimônio mundial da UNESCO, San Gimignano é passeio incrível por suas ruelas de paralelepípedos com praças medievais bem preservadas, igrejas com afrescos centenários e enotecas onde se prova a Vernaccia, o vinho branco local e o primeiro da Itália a receber denominação de origem controlada.
Uma das coisas que ficou marcada na nossa visita foi o melhor sorvete do mundo, na Gelateria Dondoli (ou Gelateria di Piazza, porque fica na praça principal). O sabor “Creme di Santa Fina” é o premiado.
Volterra
O que nos atraiu até Volterra foi a cena final do filme da saga Crepúsculo, Lua Nova (New Moon, 2009). Uma das cenas mais impactantes ocorre quando Bela tenta salvar o vampiro Edward de uma família de vampiros poderosos, os Volturi. O curioso, no entanto, é que as cenas foram gravadas em Montepulciano, outra das cidades medievais que iríamos visitar.
Em 2026, nós excluímos Volterra do nosso roteiro para chegar um pouco mais cedo em Siena e poder explorar melhor a cidade.

Siena
Como vocês notaram, a distância é um pouco grande, e só chegamos em Siena no final de tarde, então se puder, saia bem cedo nesse dia.
Foi o tempo de fazer check in no hotel e rolou um rápido passeio até o centro histórico, para curtir o final de tarde por lá.
- Construída sobre três colinas, o centro histórico de Siena é um labirinto de ruas estreitas, palácios de tijolo avermelhado e igrejas imponentes que se revelam a cada curva, criando a sensação constante de descoberta.
- O coração da cidade é a Piazza del Campo, uma das praças medievais mais bonitas da Europa, com seu formato de concha inclinada e o elegante Palazzo Pubblico dominando o horizonte — é lá que acontece o famoso Palio, a corrida de cavalos disputada entre os bairros históricos da cidade duas vezes por ano, em julho e agosto.
- Na Piazza del Campo de Siena, nós jantamos na Pizzaria Costa, com pizzas a partir de 10€.
O Duomo é outro lugar impressionante de Siena: sua fachada em mármore branco e verde-escuro, com esculturas e mosaicos, é diferente de qualquer outra catedral da Itália, e o interior guarda obras de Michelangelo, Donatello e Bernini.
Patrimônio Mundial da UNESCO, Siena tem ainda a vantagem de ser uma cidade viva, habitada, com mercados, restaurantes e uma atmosfera que vai muito além do cenário turístico — o que faz toda a diferença na experiência de quem a visita.
2 – Arezzo e Cortona
A cidade de Arezzo se destaca por ser uma das locações do filme “A Vida é Bela” (La Vita é Bella, 1997), mas durante a nossa visita, a praça principal (Piazza Grande) estava em reformas. Vale visitar a Catedral de Arezzo e o crucifixo de Cimabue (1260-1265) na Igreja de San Domenico.
Cortona é a cidade que foi a principal locação do filme Sob o Sol da Toscana e além do centro (onde boa parte das cenas foi gravada), fomos também na Villa Bramasole, a casa original onde vive a autora do livro (Frances Mayes) e que inspirou a história da película. Pegamos todas as dicas no blog da Deyse.
Saiba mais sobre o roteiro na cidade de Cortona e as locações de Sob o Sol da Toscana

E esse roteiro pela Toscana foi bem cinematográfico, exatamente como queríamos.
3 – Val D’Orcia, Montalcino e Montepulciano
Já que estamos na terra dos vinhos Brunello di Montalcino, visitar uma vinícola era um dos programas essenciais.
As garrafas desse tipo de vinho possuem um longo processo de evelhecimento e são numeradas. Todas possuem um selo de garantia da qualidade e autenticidade.
A Vinícola Caparzo é uma das locações do filme “Cartas para Julieta” (onde a personagem de Vanessa Redgrave finalmente encontra seu amor do passado, Lorenzo).
O lugar é bem bonito e logo na entrada há um corredor de ciprestes que nos encantou. Os ciprestes são um dos símbolos das paisagens na Toscana.
A degustação que fizemos dá direito a 3 tipos de vinho e na época custou 10 euros.
Ainda em Montalcino, vale a pena visitar a Fortaleza de Montalcino.
Val d’Orcia
O ideal é fazer o trecho da estrada entre San Quirico d’Orcia e Pienza com bastante tempo, já que o lugar merece várias paradas para fotos. E já que você percorreu a estrada, visite essas duas cidades, são pequenas e encantadoras.
Aliás, fique muito atento no caminho para as belíssimas paisagens. Esse trecho da Toscana foi locação de uma das cenas mais impactantes do filme Gladiador, com Russell Crowe. Visite o icônico círculo de ciprestes.
San Quirico d’Orcia
A cidade é pequena, tranquila e quase desprovida de turismo de massa, o que é raro para uma região tão visitada.
O centro histórico, percorrido em menos de uma hora, guarda uma das igrejas românicas mais antigas e bem preservadas da região, a Collegiata dei Santi Quirico e Giulitta, com seus três portais esculpidos em pedra que datam do século XI e parecem desafiar o tempo.
As ruelas que partem da praça principal levam ora a pequenos jardins ora a mirantes improvisados com vistas deslumbrantes para as colinas onduladas do Val d’Orcia.
Em San Quirico d’Orcia, o jardim Horti Leonini, de 1540, é uma parada gratuita e charmosa no centro.
Um prato de massa típica (Pici ou Cacio e Pepe) custa entre 12€ e 16€. Espere pagar o “coperto” (taxa de serviço/pão) em quase todos os restaurantes.
A Capela da Vitaleta é fácil de achar, com estacionamento amplo e uma caminhada de 15 minutos até a capela, que hoje conta com um café ao lado.
Pienza
Pienza é uma cidade única na Itália — e talvez no mundo — porque não nasceu por acaso, mas foi literalmente sonhada por um homem só. No século XV, o Papa Pio II decidiu transformar sua humilde cidade natal, então chamada Corsignano, numa cidade renascentista ideal, e contratou o arquiteto Bernardo Rossellino para executar essa visão em tempo recorde.
O resultado foi uma obra prima de urbanismo que antecipou conceitos de planejamento urbano em séculos, com praças, palácios e uma catedral dispostos em harmonia perfeita — e que hoje, séculos depois, permanece praticamente intacta, como se o tempo tivesse respeitado a intenção original do seu criador.
Patrimônio Mundial da UNESCO, Pienza é pequeníssima e pode ser percorrida a pé em poucas horas, mas cada esquina reserva uma surpresa: uma vista súbita na Via dell’Amore para o Val d’Orcia pelas frestas entre os edifícios, uma loja perfumada de Pecorino — o queijo local que é motivo de orgulho regional —, ou um café com mesinhas na calçada de onde se avista o campanário da catedral.
É o tipo de lugar que parece pequeno demais mas deixa a gente tão encantados, que todo mundo vai embora com a vontade de voltar e ficar hospedado por lá.
Montepulciano
Em Montepulciano, outra cidade medieval, dá para ver a fachada do prédio onde o filme Crepúsculo foi gravado, que já mencionamos anteriormente.
A chegada, subindo a estrada íngreme que serpenteia pela colina até o centro histórico, entrega uma vista panorâmica do Val d’Orcia que justificaria a visita por si só.
Erguida sobre um cume a quase 600 metros de altitude, é uma das cidades mais altas da Toscana, e essa posição privilegiada se reflete em cada rua, em cada terraço e em cada janela que se abre para um horizonte de colinas, vinhedos e ciprestes que parece uma pintura.
O centro histórico é um corredor elegante de palácios renascentistas, igrejas e cantinas que sobem em direção à Piazza Grande, onde a catedral inacabada e o Palazzo Comunale compõem um cenário cinematográfico.
Vale subir até o alto da torre do Palazzo Comunale, o visual lá de cima é imperdível, com vista para toda a região e os telhados da cidade.
4 – Cascate del Mulino e Civita di Bagnoregio
Esse é um dia de percursos mais longos, então saia cedo.
Seguimos em direção do sul da Toscana. Nossa primeira parada é na cidade de Pitigliano, uma cidade em que as rochas se confundem com as construções das casas, criando um visual cinematográfico.
Em Cascate del Mulino (Saturnia), nós visitamos uma cascata e várias piscinas naturais com águas termais sulfurosas a 37°C. O cheiro pode desagradar alguns, para nós não incomodou. O acesso é gratuito, o que pode ser positivo por um lado, mas negativo por outro. Chegue cedo, pois o lugar fica muito cheio.
Não use joias de prata, pois o enxofre escurece o material.
O estacionamento custa cerca de 2,50€ por hora.
Terminamos o trajeto com uma visita a Civita di Bagnoregio. Ela é conhecida como “a cidade que morre” por estar em uma rocha de arenito que sofre erosão.
O acesso por uma ponte cinematográfica custa entre 5€ e 10€, dependendo da época do ano.
5 – Florença, Lucca e Pisa
Em Florença, nós devolvemos o carro alugado e ficamos hospedados por lá. Além de explorar todos os atrativos da cidade a pé, também é possível fazer passeios bate-volta até Lucca e Pisa.
Confira a seguir nosso roteiro completo em Florença e arredores.
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